Eu vesti uma fantasia para transar com ele
Neste fim de ano, resolvi que faria algo para esquentar a nossa relação. Combinei com ele que não receberíamos ninguém para a ceia, ficaríamos em casa nos curtindo. Dias antes, passei em uma sex shop com uma amiga e vi algumas fantasias, e me empolguei quando vi a fantasia de prostituta, com botas e uma roupa de couro pequena e muito, muito justa. Sempre tive muita vontade de ser possuída por ele de uma forma mais canalha, mais selvagem, depravada mesmo, do tipo falar palavrões no ouvido e tudo. Eu decidi comprar a fantasia... e mais algumas coisas. Faltavam 30 minutos para a meia-noite, fui tomar um banho, me preparar e colocar a fantasia. Exatamente à meia-noite, apareci para ele, me apresentei com o nome de Natasha e disse que estava lá para satisfazer todas as suas vontades. Ele quase não fechou mais a boca. Não dei muito tempo para ele perguntar nada, fui logo partindo para cima dele acariciando seu pênis, seu bumbum, apertando-me contra o corpo dele. Não demorou nada para ele estar completamente no ponto, excitadíssimo. Fiquei de quatro de frente para ele e fiz sexo oral, nem sei de onde saiu tanta safadeza, não senti vergonha do que estava fazendo, interpretava realmente uma prostituta. Ele tremia de tanto prazer, foi preciso maneirar um pouco, porque ele estava quase tendo um orgasmo. Disse para ele aguardar, porque eu tinha outra surpresa. Fui ao quarto e peguei minhas comprinhas: um pênis de borracha e um par de algemas. Disse que agora era o momento de unir a minha fantasia com a dele. A minha era ser penetrada por dois órgãos de uma só vez. Pedi que ele me algemasse e fizesse dali por diante tudo o que quisesse. Foi simplesmente delicioso, ele fazia sexo oral, mordiscava meus seios, já estava me deixando nas alturas quando eu pedi que me levasse ao chuveiro e que me molhasse e me lambuzasse com óleo, principalmente “lá”. Ele me molhou dos pés à cabeca. Deixou meus cabelos compridos soltos, para dar um ar mais sexy e selvagem à transa. Depois de estar toda besuntada, fomos para a cama. Ele me pediu que ficasse de quatro. Então ele enfiou o pênis de borracha na minha vagina e me penetrou por trás. Ele quase morreu de tanto tesão. Eu, então, algemada, sem poder fugir... Ele me dominou completamente e tivemos o melhor réveillon de nossas vidas. Só teve uma coisa que prostituta não faz, dizem, e eu fiz: beijei muito na boca, estava com saudades dos beijos calientes que ele sabe dar e há tempos não repetia.
Passei no escritório dele e pedi as chaves de casa. Ele quis saber a razão. “Surpresinha!”, falei. “Está aprontando mais uma das suas?”, ele perguntou. Sim, estava. Passei na sex shop e comprei uma fantasia. Faltando mais ou menos uma hora para ele voltar do trabalho, fui até sua casa me preparar. Tomei um banho, me perfumei, vesti a fantasia, calcei o salto alto. Peguei um leite condensado e puxei a poltrona para o meio da sala. Abri a porta com a cara mais ingênua do mundo. Ele me olhou de cima a baixo, meio não acreditando no que estava vendo. “Uma gata a seu dispor, todinha para o seu prazer.” Estava fantasiada de gata, uma fantasia simples: orelhinhas, sutiã, calcinha com rabo... Estava maquiada, de salto alto. A fantasia era toda branca, de pelúcia, contrastava com a pele bronzeada. Puxei meu gato e fiz com que se sentasse na poltrona e parti para a encenação. Fiquei de quatro, aos seus pés, e por um longo tempo fiquei miando, me esfregando em suas pernas, fazendo “ronrom”. Ele passava as mãos pelas minhas costas, pelo meu bumbum, afagando meus cabelos e brincando com o rabo da fantasia... Levantei e me sentei, de frente, em uma das suas pernas. Peguei sua mão e comecei a dar lambidas nos dedos, lambia a ponta de cada dedo, um por um. Ele arfava, gemia, me chamava de gata, gata de rua, gata vadia. Comecei a me esfregar na sua perna, ia e vinha, vagarosamente, enquanto me divertia com seus dedos. Aumentei a velocidade, me movia cada vez mais rápido, sua calça estava molhada do meu prazer, sim, eu estava molhadíssima e ele começou a me beijar. Continuei indo e vindo mais rápido, sentia o corpo dele quente, o meu também estava quente, cada vez mais quente naquele vaivém... Tive um orgasmo só me esfregando em sua perna. Então me aproximei dele, encostei a boca em seu ouvido e disse, supermanhosa: “Agora a gata aqui vai sentir o gosto da presa”. Peguei o leite condensado e me coloquei de joelhos. Abri sua calça, derramei um pouco de leite condensado e comecei a chupá-lo. Sexo oral é o meu forte, o que me dá mais tesão. Passava a língua lentamente, e o olhava com cara de quem estava se fartando. Ele gemia, fechava os olhos, segurava meus cabelos. Eu ia e vinha, chupando cada vez mais forte, com volúpia. Ele já estava louco para explodir. Tirei da boca, demorei um pouco, enfiei novamente, arranhando um pouquinho com os dentes. Ele gemeu alto, disse que não estava mais agüentando. Abocanhei e chupei rápido até ele gozar. Subi novamente em seu colo, agora eu o provocava, lambendo e dando mordidinhas em seu lábio inferior, arranhava seus braços de cima a baixo. Falei, fazendo biquinho: “Estou afiando as garrinhas”. Passei as mãos pelo seu peito, por entre suas pernas... Ele se levantou, me agarrou e me virou de costas. Fiquei de quatro, miando e rebolando. Ele arrancou minha calcinha rapidamente e me penetrou por trás. Quanto mais ele se movimentava, mais e mais eu miava alto. Ele continuou me penetrando cada vez mais forte, não agüentei por muito tempo, senti o calor no meu corpo todo, os músculos se contraindo... uma, duas, três, quatro vezes. Taquicardia, o gozo escorrendo, e o corpo banhado em prazer